Month: February 2014

Boogarins, do Brasil para o mundo. Mesmo. 63 shows com Europa e EUA no meio

>> * Meu cérebro é corroído. Mas não lembro de uma banda independente brasileira, tipo o CSS ou Bonde do Rolê circa 2007, ou a caixeiro-viajante Autoramas todo ano, ou mesmo o über Sepultura nos áureos tempos, soltar uma turnê mundial com 63 shows marcados, do Texas a Manchester. De Bruxelas a São Paulo. Incluindo Boogarins, do Brasil para o mundo. Mesmo. 63 shows com Europa e EUA no meio

Goiânia novamente. Luziluzia ilumina o indie brazuca com o primeiro disco

>> * Pop will eat itself. Para você se achar geograficamente em Goiânia, é assim: a fabriquinha indie psicodélica da cidade fica colada à fabriquinha de indie metal, na mesma região da fabriquinha indie gay, só que bem distante da fabriquinha de sertanejo. E lá, nessa primeira “indústria” foi fabricada mais uma bandinha produto exportação. Goiânia novamente. Luziluzia ilumina o indie brazuca com o primeiro disco

King Krule versão treta

>> Sabe o King Krule, né? Moleque gênio inglês, 19 anos com voz de 50, considerado por alguns como Morrissey do pós-dubstep inglês (sempre acho gozada essa definição), anda bombando seu ótimo disco de estreia, “6 Feet Beneath the Moon”, um dos melhores lançados em 2013. King Krule é responsa. Outro nome da nova safra King Krule versão treta